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Coisas que você precisa saber sobre o exame do pézinho. |
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O QUE É O TESTE DO PEZINHO? |
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| É um exame laboratorial simples que detecta doenças metabólicas, genéticas e infecciosas. |
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POR QUE O NOME TESTE DO PEZINHO? |
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| Porque é coletado do calcanhar do bebê, utilizando gotinhas de sangue colhidas em papel filtro especial. |
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PARA QUE SERVE O TESTE DO PEZINHO? |
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| Serve para detectar precocemente doenças que podem levar a problemas irreversíveis para a criança. |
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QUAIS AS CRIANÇAS QUE DEVEM FAZER ESTE TESTE? |
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| Todos os recém nascidos deverão ser submetidos ao teste do pezinho. |
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QUANDO ESTE TESTE DEVERÁ SER FEITO? |
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| O mais precocemente possível, a partir do 3° dia até, preferencialmente, o final do 2° mês. |
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QUAIS OS CUIDADOS PARA REALIZAÇÃO DESTE EXAME? |
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| O recém nascido já deve ter iniciado a início da alimentação com leite, não é necessário estar em jejum e pode ser coletado a qualquer hora do dia. |
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QUAIS AS DOENÇAS DETECTADAS NO TESTE DO PEZINHO? |
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Atualmente é possível detectar mais de 40 doenças pelo Teste do Pezinho através da utilização de modernas técnicas laboratoriais. Existem várias opções para a realização do teste, o Pediatra deverá selecionar as doenças a serem pesquisadas, mas algumas são obrigatórias pela legislação federal e de vários estados. As principais doenças são: |
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Fenilcetonúria (PKU) |
Doença metabólica de origem genética em que a criança nasce aparentemente normal, mas não consegue processar um dos componentes das proteínas, o aminoácido fenilalanina. O mesmo se acumula no organismo do bebê causando graves e progressivos danos ao cérebro, interferindo no desenvolvimento neuropsicomotor. A Fenilalanina é um aminoácido essencial ( o organismo humano não consegue produzi-lo), está presente no leite materno e demais leites e seus derivados. Também é encontrado em altos níveis nas carnes, ovos, legumes e nos cereais. |
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Hipotireoidismo Congênito |
Causado pela deficiência ou ausência na produção dos hormônios da glândula tireóide que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da criança. O Hipotireoidismo Congênito não tratado causa principalmente baixa estatura e baixo peso, além de retardo mental de graus variados. |
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Pesquisa de Anemia Falciforme e outras doenças das Hemoglobinas |
Grupo de doenças de transmissão genética causada por anormalidades na estrutura ou na produção das hemoglobinas (pigmento vermelho do sangue que transporta o oxigênio para todo o corpo). Na anemia Falciforme e outras Doenças Falciformes, a forma anormal dos glóbulos vermelhos decorrentes da hemoglobina defeituosa leva a obstrução dos vasos sanguíneos, provocando episódios de dor intensa, síndrome mão-pé (dor e inchaço dos pés e das mãos), crise de seqüestro (sangue retido no baço), úlcera de perna, acidente vascular encefálico (derrame). A criança falcêmica manifesta os primeiros sintomas em torno de 1 ano de idade e são mais propensas a infecções graves. |
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Hiperplasia Adrenal Congênita |
Refere-se a um defeito enzimático de transmissão genética que causa um distúrbio na síntese dos hormônios da glândula supra-renal resultando na produção exagerada de hormônios masculinos ainda na vida intra-uterina causando ambigüidade genital no sexo feminino, crises de desidratação severa e até a morte nos casos não diagnosticados. |
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Fibrose Cística |
A Fibrose Cística provoca a produção de muco muito espesso que se acumula nos pulmões, propiciando infecções graves e repetidas nestes órgãos. Na maioria dos indivíduos acometidos pela Fibrose Cística, o muco espesso também se acumula no pâncreas, órgão que produz enzimas fundamentais na digestão dos alimentos; em conseqüência, ocorre dificuldade na absorção de gorduras e proteínas. Os pacientes acometidos apresentam dificuldade respiratória e desnutrição grave. |
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Galactosemia |
Doença genética onde o organismo não consegue processar a galactose que se origina de lactose, um açúcar presente no leite materno e demais leites e seus derivados. Na sua forma mais grave, a criança pode apresentar logo nos primeiros dias de vida, icterícia (olhos amarelados) e outros sinais de comprometimento do fígado, distúrbios da coagulação sanguínea, convulsões e infecções generalizadas, com risco de morte. |
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Deficiência de Biotinidase |
Doença genética que resulta na carência de biotina que é uma vitamina importante para diversas etapas do metabolismo humano. Esta carência pode levar a problemas auditivos, convulsões, atraso no desenvolvimento, dentre outros. |
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Deficiência da Enzima Glicose-6-Fosfato Desidrogenase |
É uma doença hereditária, cujos pacientes afetados expostos a certos medicamentos e substâncias, como naftalina, ou quando apresentam infecções graves, os glóbulos vermelhos destes pacientes podem sofrer uma destruição excessiva denominada hemólise, produzindo uma elevação da bilirrubina, que se manifesta por uma grave icterícia. No bebê, a bilirrubina muito elevada penetra no sistema nervoso, e sendo tóxica para as células cerebrais, pode causar danos permanentes. |
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Aminoacidopatias |
Este é um nome geral para várias doenças relacionadas ao metabolismo dos aminoácidos, de transmissão genética, com quadro clínico variável. As principais são: Tirosinemia, Doença do Xarope de Bordo e Homocistinúria, além da Fenilcetonúria. A Doença do Xarope de Bordo se manifesta precocemente no período neonatal, com o aparecimento de distúrbios respiratórios, hipotonia (criança totalmente mole), vômitos, desidratação, recusa do aleitamento e convulsões. Estas crises agudas podem ter repercussão no desenvolvimento neurológico. A Tirosinemia leva a uma falência do fígado e dos rins. Por sua vez, a Homocistinúria produz deslocamento do cristalino e retardo mental moderado. |
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MCAD e outros defeitos da oxidação dos ácidos graxos |
Grupo de doenças de transmissão genética relacionadas a defeitos enzimáticos do metabolismo dos ácidos graxos, popularmente chamados de gorduras, que impedem o organismo de oxidar (queimar) estes ácidos. Normalmente, a fonte de energia para o organismo é um açúcar chamado glicose, mas quando há falta deste açúcar, são queimadas as gorduras para obtenção de energia. Em conseqüência, os bebês com deficiência de MCAD podem apresentar uma grave crise desencadeada por uma virose banal que diminua o apetite e os faça parar de mamar. Estas crises se manifestam por hipoglicemia, vômitos, letargia, e até mesmo por crises convulsivas, coma ou pela morte súbita do lactente. As manifestações podem aparecer já na infância de forma aguda, ou ainda de forma progressiva durante a vida, na dependência do defeito enzimático e do órgão acometido. |
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Surdez Genética |
| Veja texto informativo de Teste de Surdez Genética neste site. |
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Doenças infecciosas congênitas |
Grupo de doença infecciosas transmitidas da mãe para o feto em diversas fases durante o período gestacional. Apesar de serem solicitados ainda no pré-natal é importante a pesquisa no teste do pezinho, pois a contaminação pode ocorrer no final da gestação. Exemplos: Sífilis, Citomegalovirose, Doença de Chagas, Rubéola, Toxoplasmose, AIDS, etc. |
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QUAIS OS TIPOS DE TESTE DO PEZINHO DISPONÍVEIS? |
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TESTE DO PEZINHO BÁSICO: onde são pesquisados: |
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Cromatografia de Aminoácidos;
Fenilalanina (PKU);
TSH Neonatal;
Hemoglobinopatias.
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TESTE DO PEZINHO AMPLIADO, onde são pesquisados: |
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Cromatografia de Aminoácidos;
Tripsina Imuno Reativa (IRT);
Tiroxina (T4) Neonatal;
17 Alpha –OH –Progesterona Neonatal;
Fenilalanina (PKU);
Tireotropina (TSH) Neonatal.
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TESTE DO PEZINHO PLUS, onde são pesquisados: |
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Cromatografia de Aminoácidos;
Fenilalanina (PKU);
Tireotropina (TSH) Neonatal;
Tiroxina (T4) Neonatal;
Hemoglobinopatias;
Tripsina Imuno Reativa (IRT);
Galactosemia;
Deficiência de Biotinidase;
Toxoplasmose Congênita;
17 Alpha-OH-Progesterona Neonatal.
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TESTE DO PEZINHO EXPANDIDO, onde são pesquisados: |
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Hipotireoidismo congênito primário
Hipotireoidismo congênito secundário
Anemia Falciforme e outras Hemoglobinopatias
Fibrose Cística;
Hiperplasia congênita Supra Renal ;
Galactosemia;
Deficiência de Biotinidase;
Toxoplasmose Congênita; Distúrbios do Ciclo da Uréia:
Citrulinemia;
Acidúria arginino-succínica;
Deficiência de Arginase (Argininemia);
Hiperornitinemia (incluindo Síndrome de Hiperamonemia, Hiperornitinemia e Homocitrulinúria
Atrofia Girata da Coroide e Retina);
Distúrbios da Beta Oxidação dos Ácidos Graxos:
Deficiência de Transportador de Carnitina;
Deficiência de Carnitina Palmitoil Transferase Tipo II (CPT-II);
Deficiência de Carnitina/Acilcarnitina Translocase;
Deficiência de 3-Hidroxi-Acil-CoA Desidrogenase de Cadeia Longa (LCHAD);
Deficiência de Acil-CoA Desidrogenase de Cadeia Média (MCAD);
Deficiência de Múltiplas Acil-CoA Desidrogenase (MADD)
( Acidemia Glutárica
Tipo II);
Deficiência de Acil-CoA Desidrogenase de Cadeia Curta (SCAD);
Deficiência da Acil-CoA Desidrogenase de Cadeia Muito Longa (VLCAD);
Deficiência da Proteína Trifuncional;
Distúrbios dos Ácidos Orgânicos:
Deficiência de 2-Metilbutiril-CoA Desidrogenase (2-MBCD);
Deficiência de Beta-Cetotiolase (BKT);
Deficiência de 3-Metilcrotonil-CoA Carboxilase;
Deficiência de 3-Metilglutaril-CoA-liase (HMG-CoA-liase);
Deficiência de Múltiplas CoA Carboxilase (MCD);
Deficiência de Isobutiril-CoA Desidrogenase (IBCD);
Acidemia Glutárica Tipo I;
Acidemia Isovalérica;
Acidemia Metilmalônica;
Acidemia Propiônica;
Aminoacidopatias:
Fenilcetonúria e outras Hiperfenalalaninemias;
Doença da Urina de Xarope de Bordo (MSUD);
Homocistinúria e outras Hipermetioninemias;
Tirosinemias( incluindo a Tirosinemia transitória do recém nascido e a Tirosinemia hereditária tipo I, II e III;
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